Golpes no celular: três hábitos que dificultam a vida do golpista
28/08/2026 · dicas · Foto: Vitaly Gariev / Unsplash
Quem usa o celular para conversar com a família, ver o banco ou fazer compras não precisa viver desconfiado — mas alguns hábitos ajudam bastante a reduzir riscos.
O primeiro é desconfiar da pressa. Golpes quase sempre chegam com urgência: uma conta que vai ser bloqueada, um prêmio que expira hoje, um parente aflito pedindo dinheiro agora. Pressa é sinal de alerta. Respirar e deixar a resposta para daqui a dez minutos já desmonta boa parte das tentativas.
O segundo é conferir por outro caminho. Se a mensagem parece ser do banco, não clique no link nem ligue para o número que veio nela: use o aplicativo oficial ou o telefone impresso no seu cartão. Se parece ser de um filho com "número novo", ligue para o número antigo.
O terceiro é combinar com alguém de confiança que você pode telefonar antes de qualquer transferência inesperada. Falar em voz alta o que está acontecendo costuma esclarecer muita coisa.
Nenhuma dessas medidas elimina o risco por completo, mas todas tornam o trabalho do golpista bem mais difícil — e não custam nada.