Vacinação em dia depois dos 60: o que diz o calendário nacional
31/08/2026 · saúde e bem-estar · Foto: SHVETS production / Pexels
Chegar aos 60 anos com a caderneta de vacinação em dia é uma das formas mais simples de proteger a saúde na maturidade. O sistema imunológico muda com o tempo, e algumas doenças que antes passavam quase despercebidas podem se tornar mais perigosas nessa fase da vida — por isso o calendário nacional de vacinação reserva um conjunto específico de imunizantes para quem tem 60 anos ou mais.
Entre as vacinas recomendadas está a influenza, com dose anual a cada temporada, além de reforços contra difteria e tétano a cada dez anos (ou cinco, em situações de maior exposição a risco). A vacina pneumocócica também costuma ser indicada para grupos com maior vulnerabilidade, assim como a proteção contra hepatite B para quem ainda não completou o esquema vacinal. A imunização contra covid-19 segue com recomendação de reforço periódico, especialmente para reduzir o risco de formas mais graves da doença.
A orientação geral é sempre a mesma: levar a caderneta de vacinação às consultas e conversar com um profissional de saúde da unidade básica sobre quais doses estão pendentes. Cada histórico vacinal é único, e só uma avaliação individual pode indicar o que realmente falta. Manter as vacinas em dia é um cuidado simples que ajuda a preservar a qualidade de vida e a autonomia ao longo dos anos.