Três dias em Manaus: o Teatro Amazonas, o Mercado Adolpho Lisboa e o Encontro das Águas
05/09/2026 · dicas de viagem · Foto: Kelly / Pexels
Manaus fica no coração da Amazônia e é o próprio ponto de partida: o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes recebe voos de várias capitais, e boa parte do que vale ver está no centro, a pé.
O Teatro Amazonas, inaugurado em 1896, é a marca da cidade — a visita guiada leva menos de uma hora e passa pelo foyer, pela plateia e pelo museu. A poucos quarteirões ficam o Mercado Adolpho Lisboa, de 1883, com seus pavilhões de ferro e as frutas da região, e o Palacete Provincial, que reúne cinco museus e não cobra entrada. Fora do centro, o Museu da Amazônia tem uma torre de observação de 42 metros sobre a mata, e a Praia da Ponta Negra é o fim de tarde dos manauaras.
O passeio de barco até o Encontro das Águas, onde o Negro e o Solimões seguem juntos por seis quilômetros sem se misturar, se faz sentado e rende uma manhã inteira.
Três dias dão conta. O calor é constante e úmido: comece cedo e deixe os museus, mais frescos, para o meio do dia. Entre setembro e dezembro os rios baixam e aparecem as praias de água doce; na cheia, de fevereiro a junho, a paisagem é outra.