Montar a árvore genealógica da família começa com um telefonema, não com um site
01/10/2026 · dicas
Ilustração criada pelo Clube da Maturidade
Quase toda família tem alguém assim: a tia que sabe o nome da bisavó, o primo que lembra do sítio, o irmão mais velho que ouviu as histórias antes de todo mundo. É daí que se começa — não da internet.
Pegue um caderno e ligue para essa pessoa. Pergunte nomes completos, apelidos, cidade de origem, quantos irmãos, em que ano vieram para cá. Se puder, peça para gravar a conversa pelo próprio celular: um aplicativo de gravador já vem instalado na maioria deles, e daqui a vinte anos aquele áudio vai valer mais do que a árvore em si.
Com os nomes na mão, vêm as certidões de nascimento e casamento, que trazem data, local e o nome dos pais — cada certidão abre uma geração para trás. Há sites de busca genealógica e acervos de arquivos públicos que ajudam bastante nessa parte.
Depois é desenhar. Uma folha grande na mesa já serve, e existem programas gratuitos que montam o esquema por você.
O melhor desse passatempo não é o desenho pronto. São as tardes de telefone até lá.