Peixe duas vezes por semana não precisa ser caro: a sardinha resolve
14/10/2026 · nutrição
Ilustração criada pelo Clube da Maturidade
Quando se fala em comer mais peixe, a imagem que vem à cabeça quase sempre é a posta cara do balcão refrigerado. E aí o assunto morre ali, no preço. Só que a parte boa do peixe não é exclusividade dos filés nobres.
A sardinha é o exemplo mais à mão. Fresca, na feira, sai por pouco; em lata, dura meses no armário e vira recheio de sanduíche, farofa de massa ou salada de folhas com cebola. A tilápia, a corvina e o pescado do dia na sua região costumam custar bem menos que os nomes da moda.
O preparo também não precisa de cerimônia. Peixe assado com limão, azeite e uma cama de batata vai ao forno em meia hora e sai do forno direto para a mesa. Na frigideira, cozinha em minutos — e passar do ponto é o único erro que realmente estraga.
Se você tem alguma restrição alimentar ou faz acompanhamento de saúde, vale conversar com seu médico ou com um nutricionista sobre a frequência que faz sentido no seu caso. Mas, para a maioria das cozinhas, o convite é simples: duas vezes por semana, o peixe entra no lugar de algo que já estava repetindo.