Câncer colorretal: por que o rastreamento a partir dos 50 anos importa
15/09/2026 · saúde e bem-estar · Fonte: INCA (Instituto Nacional de Câncer)
Ilustração criada pelo Clube da Maturidade
O câncer colorretal está entre os tipos mais comuns no Brasil, e a boa notícia é que ele costuma se desenvolver lentamente, o que abre uma janela importante para prevenção e diagnóstico precoce. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a recomendação é iniciar o rastreamento a partir dos 50 anos, mesmo sem sintomas.
O rastreamento costuma começar com um exame simples de pesquisa de sangue oculto nas fezes. Caso o resultado indique alguma alteração, o próximo passo é a colonoscopia, exame que permite visualizar o intestino e, se necessário, já remover pólipos que poderiam evoluir para um tumor.
Entre os fatores de risco mais conhecidos estão o sedentarismo, o excesso de peso, o consumo excessivo de álcool e o tabagismo. O histórico familiar também tem peso importante, por isso quem tem parentes próximos com a doença deve conversar com um médico sobre começar o rastreamento antes dos 50.
Alguns sinais merecem atenção e avaliação médica: sangramento nas fezes, mudança persistente no ritmo intestinal, dor abdominal sem explicação e perda de peso sem motivo aparente. Manter uma alimentação rica em fibras, com frutas, verduras e legumes, reduzir o consumo de carnes vermelhas e praticar atividade física regularmente são hábitos que ajudam na prevenção. O mais importante, porém, é não adiar o exame de rotina — ele pode fazer toda a diferença.